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quarta-feira, novembro 17, 2004


Just a Kiss? (ou sobre cinema), 1


Lembro-me!
Quando algo nos marca não se esquece. Tinha doze anos e a partir daquele dia Tom Hanks (a.k.a. Josh) seria para mim o maior tanso da história universal.
Sim, eu queria um lugar de topo numa firma de brinquedos; sim, eu queria experimentar os divertimentos mais radicais dos parques de diversões; e, Elizabeth Perkins, senhores! Ai, Elizabeth Perkins! O quanto eu desejei encontrar uma máquina Zoltar! Sonhei encontrar uma: sonhei ser Big. E depois aquele tanso, Tom de seu nome, renegando tudo para voltar à adolescência, às borbulhas, à sala de matemática, à doce morena do 12º ano inatingível. Tanso! Burro!
Colocava o filme já gasto no antigo leitor Betamax, e sempre que se dirigia pela segunda vez à máquina dos desejos eu gritava: Não! Por favor, não! ... Tanso!

Big foi o filme que me fez admitir as maravilhas do formato DVD. Quando vejo o filme em DVD, Tom Hanks deixa de ser um tanso, tornando-se antes um verdadeiro herói. Isto do digital tem muito que se lhe diga.








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