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domingo, dezembro 05, 2004


Is anybody nowhere?


Esta semana o debate sobre a SIDA voltou aos jornais, rádios, e televisões, assinalando o Dia Mundial. Regressam (embora devessem estar sempre presentes) palavras como África, cura, toxicodependência, homossexualidade, LiveAid, entre outras. Aos poucos, parece que adormecemos, que deixamos de tomar atenção. Situação similar se passa com os acidentes de viação que nos entregam os mesmos números anualmente provocando-nos uma mórbida e letal habituação ao que se passa nas estradas portuguesas. Por vezes, de forma a alertar é necessário evoluir no discurso e na forma de passar a mensagem. O mais “fresco” que li nestas últimas semanas foi a crónica de Michael Specter, intitulada Nowhere que me deu a conhecer as palavras mais recentes de Larry Kramer (aliás, que me deu a conhecer o próprio Larry Kramer). Felizmente, a crónica já se encontra online.

“Does it occur to you that we brought this plague of aids upon ourselves? I know I am getting into dangerous waters here, but it is time. With the cabal breathing even more murderously down our backs, it is time. And you are still doing it: you are still murdering each other. . . . From the very first moment we were told, in 1981, that the suspected cause was a virus, gay men have refused to accept responsibility for choosing not to listen, and, starting in 1984, when we were told it definitely was a virus, this behavior turned murderous.”

Podem encontrar aqui o discurso completo de Larry Kramer.

Assustadora e surpreendente é também a entrevista A Disappearing Country em que Michael Specter analisa o problema da SIDA na Rússia (o artigo em questão, The Devastation, não se encontra, ainda, online).

[UPDATE]: Não sei se isto será legal mas uma vez que considero a leitura deste artigo obrigatória coloquei uma versão do artigo The Devastation disponível para download no meu servidor netcabo. Necessitam de ter o Acrobat Reader para visualizar o ficheiro.








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