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segunda-feira, dezembro 20, 2004


Não sejamos egoístas


Com Incredibles a Pixar pode estar a dar um tiro no pé. Desde Toystory em 1995, a empresa de “bonecos” do visionário Steve Jobs introduziu na animação para o grande público um novo equilíbrio entre pais e filhos, com personagens e situações estimulantes para as crianças, muito coolness dirigido aos adolescentes, e piadas inteligentes dirigidas aos adultos, mantendo no entanto uma “moral” compreendida por todas as classes etárias. Neste novo filme a Pixar abandona claramente as crianças e, aqui e ali, os adolescentes, entregando-nos o filme de bandeja a nós, os adultos. Nós gostamos do ambiente, das referências, da critica social às nossas vidas vazias, dos nossos desejos e ambições. Os adolescentes bocejam e aproveitam para trocar sms. As crianças olham em volta, mexem na roupa, e agitam-se nas cadeiras. Espero que a Pixar se fique por aqui na experiência, para que nós continuemos a rir, para que os adolescentes comentem durante semanas, para que as crianças não consigam sequer pestanejar. É que para nós, os graúdos, existe muita escolha, mas para eles...

O conto que antecede o filme acaba por sublinhar este texto.








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