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quinta-feira, fevereiro 17, 2005


Cada um calça o que lhe apetece


Coloquei na coluna da direita um link para A Mão Invisível - redundâncias à parte. Não o faço por questões ideológicas – se sigo alguém é a mim próprio; menos o faço por obrigação de um seguimento de tendências, como a dos ténis da moda que se querem actualmente com solas bem rasas, como os gola, embora eu, teimoso, insista em apreciar as solas mais altas da reebok. Os ténis, aliás, dizem-nos muito sobre as pessoas. Mas, adiante, que isso é tema para outras deambulações. Faço o link por alguns dos autores. Assumo. Não é bajulação, não é lamber de botas (este post teima em fugir para o calçado). Não considero os autores do blogue génios; faróis; indicadores; muito menos bandeiras a seguir, mas habituei-me a ler nas suas palavras coisas novas. A única repetição que encontro nos seus textos é a das suas próprias ideias, e não da ideia que todos temos. Como o Nelson Rodrigues bem mostrou, este tipo de repetição só faz bem ao cronista, a repetição de si próprio, não a dos outros. Por último, que é urgente acabar este post já que cresce cada vez mais em mim a vontade de voltar ao que se calça, resta-me apenas acrescentar a maior razão que me leva a ligar este blogue numa fase tão embrionária - as seguintes passagens no seu texto de apresentação:

A Mão Invisível não pretende mudar o mundo nem os homens. Contenta-se em compreendê-los e em oferecer-lhes contributos modestos de aperfeiçoamento. Acima de tudo, reconhece-lhes poucas hipóteses de salvação.

A Mão Invisível é o esforço de uma comunidade de individualistas. É essa a sua contradição original.

Agradeço o esforço. Estarei atento. Não, atento não. Disponível. Disponível para iniciar a leitura de cada post sem juízos feitos à partida, e para continuar a pensar por mim próprio no fim de cada um. Penso que esse é o vosso objectivo. E, agora sim, para terminar o texto, a imagem que se impõe desde o início.








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