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quarta-feira, março 16, 2005


O assalto às urnas de voto


A propósito do prémio do público deixem-me contar-vos uma história. O caso passou-se há uns anos em Portugal, quando alguns fulanos resolveram assaltar um banco. Assaltar um banco deveria ser fácil, uma vez que existe vasta documentação sobre o assunto. Filmes e livros já nos mostraram mil e uma técnicas geniais de o fazer, com ou sem violência. Porém, os portugueses em questão resolveram não só juntar-se ao grupo dos procurados, mas também ao de inovadores e teóricos do crime. Isto é, em pleno dia, uma retroescavadora arranca (literalmente) a caixa multibanco da parede em que se encontrava e é depositada em cima de uma carrinha de caixa aberta. Os transeuntes e os empregados do banco não reagem. Uma arma apontada dá-nos tempo para pensar e avaliar, a surpresa surreal não. A policia, mais tarde, só encontrou um grande buraco na parede, a retroescavadora no passeio, e uma carrinha de caixa aberta abandonada a quilómetros do banco. Conclusão: o sistema de voto do prémio do público permite perceber facilmente quem se diverte a votar várias vezes no mesmo blogue. Ou seja, quem o faz fica a rir, mas não leva a caixa multibanco para casa. Estamos conversados.








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