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quarta-feira, março 02, 2005


Oscar Night


Clint Eastwood levou para casa o prémio de melhor filme, e melhor realizador, numa obra que peca pela falta de subtileza. Num filme em que Clint, envelhecido, atafulha apressadamente dezenas de mensagens para dentro de uma caixa apertada. Existem dezenas de caixas destas nas prateleiras do cinema, mas como esta é de Clint passa a ser uma obra-prima. Alguém escrevia num jornal sobre outro filme: Closer - dizia que era um filme para ressabiados. Closer não recebeu as nomeações que merecia, e Owen falhou o Óscar que gritava o nome dele. Mas os prémios tinham de seguir para Million Dollar Baby. Assim, os verdadeiros ressabiados, podem dormir descansados. Tudo acaba bem. Hollywood no seu melhor. E sim, eu fiquei ressabiado. Desliguei a televisão, peguei no texto de Patrick Marber, e li:

Alice: It’s a lie.
It’s a bunch of sad stangers photographed beautifully and all the rich fuckers who appreciate art say it’s beautiful because that’s what they want to see.
But the people in the photos are sad and alone but the pictures make the world seem beautiful.
So, the exhibition is reassuring, which makes it a lie, and everyone loves a Big Fat Lie.








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