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sexta-feira, fevereiro 24, 2006


Munich


Os “finais felizes” de Spielberg nunca me tiraram o sono. Quando era pequeno saltava no sofá depois de os ver; na adolescência mantinham o doce paladar da infância na minha boca; na puberdade intelectual clamava detestá-los mentido com todos os meus dentes definitivos. Sou adulto (é o que me dizem) e mantenho o gosto por eles. Compreendo-os na cabeça de Spielberg, porque aos poucos me compreendo também. Spielberg é sensato, inteligente, e acima de tudo um excelente observador. Logo, o mais provável é que Spielberg não acredite nesses finais fora dos seus filmes. Porém, os filmes não são o que se passa cá fora, mas sim o que se passa cá dentro, e por essa mesma razão Munich não poderia ter um final feliz. Aliás, Munich não tem final; mesmo que um dia surja a remota possibilidade de existir um final cá fora, os filmes mostram, mais uma vez, o que vai cá dentro.








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